quinta-feira, 22 de maio de 2008

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em meu dia, não há sol, na rua não há pessoas
o vento bate gélido permeando a pele que se encolhe,o céu nublado permanece
e na copa das arvores não há pássaros,minhas palavras se foram com o vento
permaneço inerte e sem estímulos,me unindo a paisagem
encolhendo e inérte permaneço
quase que sem sentidos,mergulho em silêncio no meu interior
hoje a criatividade não disse "olá",hoje pareço estar [oco]
como um côco sem água em seu interior, o canto dos passaros não me alegram
a cortina se fechou,o cheiro das rosas não está adocicado,
pernumbro pelos cantos,o arco íris se tornou monocromático
em escalas de cinza ao olha-lo

Um comentário:

Suzi disse...

Parece que todo mundo acaba aderindo ao pretinho básico.[fica mais simpático o blog]. espero que atualize esse blog toda semana.porque tem gente que esquece...
esse seu texto é no mínimo interessante. Acho que é porque tenho pensado muito no "estar só"[vide meu último post].De qualquer forma,consigo compreendê-lo.ás vezes também me sinto assim."oca".